Manaus — O Jiu-Jitsu Olímpico vive um momento histórico no Amazonas. Aos 21 anos de existência, a Federação Amazonense de Jiu-Jitsu Olímpico (FAJJO) anuncia sua nova diretoria e inicia um ciclo que promete revolucionar o esporte no estado. Com uma proposta ousada e socialmente comprometida, a entidade se prepara para resgatar talentos, ampliar oportunidades e levar o Jiu-Jitsu a lugares onde ainda é pouco visto.
A federação, fundada em 2003, chega a 2025 com a missão de fazer mais do que organizar competições: ela quer transformar vidas. À frente desse novo capítulo está o presidente Eric Tinoco, administrador público e profissional com ampla experiência esportiva. Tinoco comandou, por quatro anos, o maior programa socioesportivo do país — uma bagagem que agora carrega para dentro da FAJJO com a expectativa de revolucionar a modalidade no Amazonas.
“Nosso propósito é fazer o Jiu-Jitsu Olímpico chegar a todos: das grandes arenas às comunidades que hoje não têm visibilidade alguma”, destaca Tinoco. A nova gestão pretende realizar grandes eventos no estado, revelar jovens talentos e valorizar atletas muitas vezes esquecidos, especialmente nos municípios do interior. Outro compromisso é dar voz aos inúmeros projetos sociais que existem, mas que seguem invisíveis aos olhos do grande público.
E o planejamento já tem metas definidas. Para 2026, a FAJJO projeta a realização de quatro competições locais e, pela primeira vez em sua história, um grande evento nacional em solo amazonense. A iniciativa promete atrair atletas de todo o Brasil e colocar o estado no mapa dos principais polos de Jiu-Jitsu Olímpico do país.
Entre expectativas e emoções, o sentimento é de renovação. Nas palavras de atletas e professores que acompanham o movimento, a chegada da nova diretoria reacende a esperança de ver o Amazonas brilhar no cenário nacional. Mais do que medalhas, a FAJJO quer construir oportunidades — e, ao que tudo indica, o primeiro passo dessa caminhada já foi dado.
O tatame está armado. A nova era começou.
Por Redação
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